🍪Utilizamos cookies

Este website utiliza cookies necessários ao seu funcionamento básico e, com o seu consentimento, cookies de análise, personalização e publicidade direcionada. Pode alterar a sua escolha a qualquer momento ou aceitar todos os cookies.

CaptivateClick
  • Início/
  • Serviços/
    Design de sites
    • Web designSites responsivos que convertem.
    • Identidade visualIdentidade de marca, logótipo e sistema visual pensados para se manterem distintos e coerentes à medida que cresce.
    • Loja onlineLojas online feitas para vender.
    • ShopifyLojas Shopify que vendem.
    • Landing pagesPáginas de campanha e de oferta.
    Geração de leads
    • Cold emailEmail B2B relevante que respeita o RGPD e abre conversas.
    • LinkedIn outreachSocial selling com voz humana.
    • Marcação de reuniõesReuniões B2B qualificadas na sua agenda.
    • ProspeçãoAs empresas, as pessoas e o momento certos.
    SEO
    • SEO técnicoPara que o Google encontre, leia e indexe as páginas certas.
    • SEO localVisibilidade no Google Maps e na sua zona.
    • Auditoria SEODescubra o que o trava e o que corrigir primeiro.
    • Ser encontrado no GooglePara que os clientes encontrem a sua empresa.
    Publicidade
    • Google AdsGoogle Ads e SEM centrados em pesquisas com intenção de compra, conversões qualificadas e receita mensurável.
    • Meta AdsCampanhas no Facebook e no Instagram com testes de criativos, sinais limpos e escala rentável.
    • LinkedIn AdsCampanhas B2B com segmentação por contas, comités de compra e pipeline qualificado.
    Automação com IA
    • Agente de IAAgentes que fazem o trabalho.
    • Integração SAPSAP ligado aos seus sistemas.
    • HubSpotAutomação do pipeline do HubSpot.
    • Integração de sistemasSistemas que partilham os mesmos dados.
    Visibilidade em IA
    • AEOSeja a resposta que a IA cita.
    • GEOApareça nas respostas geradas por IA.
    • Pesquisa com IA (guia)Guia: o que é a pesquisa com IA e o que significa.
    Ver todos os serviços
  • Projetos/
    • Climentum CapitalWeb designVer caso
    • Nordic Acceleration GroupWeb designVer caso
    • NorthforkWeb designVer caso
    • Hawkeye AdvertisingWeb designVer caso
    Alla projekt
  • Sobre nós/
  • Blog/O Que E Hreflang
  • Contacto/
CaptivateClick

Navegação

  • Início
  • Serviços
  • Projetos
  • Sobre nós
  • Blog
  • Contacto

Serviços

  • Design de sites
  • Geração de leads
  • SEO
  • Publicidade
  • Automação com IA
  • Visibilidade em IA

Design de sites

  • Web design
  • Identidade visual
  • Loja online
  • Shopify
  • Landing pages

Geração de leads

  • Cold email
  • LinkedIn outreach
  • Marcação de reuniões
  • Prospeção

SEO

  • SEO técnico
  • SEO local
  • Auditoria SEO
  • Ser encontrado no Google

Publicidade

  • Google Ads
  • Meta Ads
  • LinkedIn Ads

Automação com IA

  • Agente de IA
  • Integração SAP
  • HubSpot
  • Integração de sistemas

Visibilidade em IA

  • AEO
  • GEO
  • Pesquisa com IA (guia)
© 2026 CaptivateClick

Blog

O que é hreflang e como configurá-lo num site multilingue

11 de outubro de 20268 min de leitura
Um homem e uma mulher consultam um mapa junto a um carro estacionado numa rua arborizada.

Nesta página

  • Quem precisa de hreflang?
  • Como se escreve o hreflang
  • As regras que têm de ser cumpridas
  • pt, pt-PT, pt-BR: hreflang para o português
  • Como fazemos no nosso próprio site
  • Os erros de hreflang mais comuns
  • Estrutura de URL para um site multilingue
  • Como verificar o hreflang em cinco passos
  • Perguntas frequentes
  • Fontes

Resposta curta: hreflang é uma anotação que diz à Google que uma página existe em várias versões de idioma ou de país, e que versão corresponde a cada público. Assim, a Google pode mostrar a página em português a quem pesquisa em português, a versão inglesa a quem pesquisa em inglês e, se as tiver, versões separadas para Portugal e para o Brasil. Cada versão tem de apontar para si própria e para todas as outras; caso contrário, a Google ignora as anotações.

Em resumo

O hreflang escreve-se como etiquetas link no código da página, como cabeçalhos HTTP ou no sitemap. O código de idioma segue a norma ISO 639-1 (português é pt) e pode ser combinado com um país, como pt-PT ou pt-BR. O valor x-default indica que versão é mostrada quando nenhuma outra se aplica. Dois em cada três domínios com hreflang têm pelo menos um erro, quase sempre a falta do x-default ou de ligações de retorno. Num site multilingue, o hreflang é o que impede as suas versões de concorrerem entre si.

Conteúdo

  1. Quem precisa de hreflang?
  2. Como se escreve o hreflang
  3. As regras que têm de ser cumpridas
  4. pt, pt-PT, pt-BR: hreflang para o português
  5. Como fazemos no nosso próprio site
  6. Os erros de hreflang mais comuns
  7. Estrutura de URL para um site multilingue
  8. Como verificar o hreflang em cinco passos

Quem precisa de hreflang?

Precisa de hreflang se o mesmo conteúdo existe em vários idiomas, por exemplo as suas páginas de serviços em português e em inglês, ou se tem versões para países diferentes na mesma língua, como uma loja para Portugal e outra para o Brasil. Se o seu site tem um só idioma e um só país de destino, não precisa.

Sem hreflang, a Google pode mostrar a versão errada, como a página brasileira com preços em reais a alguém que pesquisa em Coimbra, ou tratar as versões como cópias que concorrem entre si. A Google aponta precisamente o caso de conteúdo na mesma língua dirigido a vários países como exemplo de quando faz sentido marcar as versões alternativas (Google Search Central).

Casos típicos em Portugal:

  • uma empresa de software de Lisboa com o site em português e em inglês;
  • um hotel no Algarve com versões em português, inglês, espanhol, francês e alemão;
  • uma loja online que vende para Portugal e para o Brasil, com preços, portes e meios de pagamento diferentes;
  • uma empresa industrial de Aveiro que exporta e quer páginas em inglês e em espanhol.

Como se escreve o hreflang

Há três métodos, e para a Google são equivalentes (Google Search Central):

  1. Etiquetas link no head da página. O mais comum em páginas web normais.
  2. Cabeçalhos HTTP. Para ficheiros que não são HTML, como os PDF.
  3. O sitemap XML. Prático em sites grandes, porque o código não tem de estar em cada página.

Usar vários métodos ao mesmo tempo não traz nada de extra. É assim que ficam as etiquetas para uma página em português, inglês e espanhol:

<link rel="alternate" hreflang="pt" href="https://exemplo.pt/servicos" />
<link rel="alternate" hreflang="en" href="https://exemplo.pt/en/services" />
<link rel="alternate" hreflang="es" href="https://exemplo.pt/es/servicios" />
<link rel="alternate" hreflang="x-default" href="https://exemplo.pt/servicos" />

As quatro linhas têm de aparecer nas três páginas: a portuguesa, a inglesa e a espanhola. No sitemap, a mesma informação vai dentro de cada URL:

<url>
  <loc>https://exemplo.pt/servicos</loc>
  <xhtml:link rel="alternate" hreflang="pt" href="https://exemplo.pt/servicos" />
  <xhtml:link rel="alternate" hreflang="en" href="https://exemplo.pt/en/services" />
</url>

Se usa WordPress, a maioria dos plugins de idiomas gera estas etiquetas automaticamente. Mesmo assim, convém confirmá-las no código-fonte da página. Se não sabe que gestor de conteúdos usa o seu site, leia o que é um CMS.

As regras que têm de ser cumpridas

O hreflang só funciona se todas as versões estiverem corretamente ligadas entre si:

  • Cada versão refere-se a si própria e a todas as outras. Se a página portuguesa aponta para a inglesa, a inglesa tem de apontar de volta. As ligações sem retorno são ignoradas (Google Search Central).
  • URL completos, com https://. Um caminho relativo como /servicos não é válido: os URL alternativos têm de ser totalmente qualificados (Google Search Central).
  • Códigos corretos. Primeiro o idioma segundo a ISO 639-1 e, opcionalmente, o país segundo a ISO 3166-1 Alfa 2. Não pode indicar apenas o país: um be isolado significa bielorrusso, não Bélgica (Google Search Central).
  • x-default marca a página mostrada quando o idioma do utilizador não corresponde a nenhuma versão. Encaixa especialmente bem em páginas de seleção de idioma ou de país (Google Search Central).
  • Aponte apenas para páginas que funcionam e que são canónicas, nunca para redirecionamentos nem para páginas de erro.

Um pormenor importante: a Google não usa o hreflang nem o atributo lang para descobrir em que idioma está uma página. Deduz o idioma a partir do conteúdo visível (Google Search Central). O hreflang só a ajuda a escolher que versão mostrar. Como a Google tinha 87,34 % das pesquisas em Portugal em setembro de 2026, contra 10,18 % do Bing (StatCounter), é a documentação da Google que serve de referência neste artigo.

pt, pt-PT, pt-BR: hreflang para o português

O código de idioma do português é pt (Library of Congress). PT é também o código de país de Portugal, mas como país só funciona a seguir a um idioma: pt-PT, en-PT ou es-PT.

CódigoSignificadoVálido?
ptPortuguês, seja qual for o paísSim
pt-PTPortuguês para utilizadores em PortugalSim
pt-BRPortuguês para utilizadores no BrasilSim
pt-AOPortuguês para utilizadores em AngolaSim
en-PTInglês para utilizadores em PortugalSim
PTUm país sem idiomaNão
brNão é o Brasil: é o código ISO 639-1 do bretãoVálido, mas para outra língua
pt-419 ou es-419Códigos regionais fora das normas ISO usadas pela GoogleNão, a Google não os aceita

A Google diz expressamente que não aceita códigos fora das normas ISO, como es-419 (Google Search Central). O erro inverso também acontece: escrever br a pensar no Brasil. Isolado, br é lido como idioma, e o código ISO 639-1 br pertence ao bretão (Library of Congress).

Quando faz sentido separar pt-PT e pt-BR? Quando as versões são realmente diferentes: preços em euros ou em reais, IVA ou impostos brasileiros, portes de envio, meios de pagamento como Multibanco e MB WAY, telefone de contacto, condições legais e, claro, vocabulário («telemóvel» e «celular», «ecrã» e «tela»). Se tem apenas um site em português para Portugal, pt costuma bastar, e assim cobre também quem pesquisa em português noutros países. Páginas quase idênticas em que só muda o nome do país acrescentam pouco.

Escolha uma forma de escrever os códigos e use-a da mesma maneira no hreflang, no atributo lang e no sitemap. E traduza de verdade: a Google recomenda um único idioma por página, tanto no texto como na navegação (Google Search Central). Uma página em inglês com metade do menu em português confunde utilizadores e motores de busca. Traduza também os URL: /en/services é mais claro para o utilizador do que /en/servicos.

Como fazemos no nosso próprio site

O nosso site existe em vários idiomas, por isso tivemos de resolver isto nós próprios:

  • O inglês está na raiz, sem /en, e os outros idiomas têm o seu próprio prefixo, como /sv, /de, /es ou /pt.
  • Os artigos do blogue que existem em vários idiomas são artigos próprios, com o seu URL e as suas palavras-chave para cada mercado. São ligados com hreflang mesmo com URL traduzidos: este artigo é /pt/blog/o-que-e-hreflang e a versão espanhola é /es/blog/que-es-hreflang.
  • O x-default aponta para a versão inglesa quando ela existe.
  • Temas diferentes não levam hreflang. A nossa página sobre integração SAP e a página sueca sobre o Fortnox tratam produtos diferentes, por isso não se ligam entre si, mesmo tendo a mesma estrutura.
  • Tudo é gerado automaticamente a partir dos mesmos dados que decidem que páginas existem em cada idioma. Assim, não é possível esquecer o código quando se acrescenta uma página ou um idioma novo, e nunca apontamos para uma versão que não existe.

Os erros de hreflang mais comuns

A Ahrefs analisou 374.756 domínios com hreflang e concluiu que 67 % tinham pelo menos um erro (Ahrefs):

ErroPercentagem de domínios
Falta o x-default56,3 %
A página não se refere a si própria18 %
Aponta para páginas com erro ou redirecionadas16,9 %
Faltam as ligações de retorno15,3 %
Aponta para páginas não canónicas8 %
Códigos de idioma ou país inválidos4,6 %

Outro erro frequente é redirecionar automaticamente o visitante para outra versão consoante o idioma do navegador. A Google desaconselha-o, porque nem os utilizadores nem os motores de busca conseguem então chegar a todas as versões (Google Search Central). É melhor um seletor de idioma bem visível.

Se a Google está a mostrar a versão certa em cada mercado, pode confirmá-lo no relatório de desempenho do Google Search Console, filtrando por país e por página. O tutorial do Google Search Console mostra como.

Estrutura de URL para um site multilingue

A Google descreve quatro formas de organizar um site multilingue ou internacional (Google Search Central):

EstruturaExemploComentário
Domínio de paísexemplo.com.brO sinal mais claro para um país, mas mais domínios para manter
Subdomíniobr.exemplo.comFácil de separar tecnicamente
Subdiretórioexemplo.pt/en/O mais fácil de manter: um só domínio reúne toda a autoridade
Parâmetro de URLexemplo.pt?lang=enA Google não o recomenda

Para a maioria das PME portuguesas, os subdiretórios são a opção mais simples. Se mudar a estrutura num redesign, planeie o hreflang, os redirecionamentos e o sitemap no mesmo passo. As bases de como a Google encontra e escolhe as páginas estão em o que é SEO e como funciona o SEO.

Como verificar o hreflang em cinco passos

Não precisa de nenhuma ferramenta paga para uma primeira revisão:

  1. Abra o código-fonte de uma página e procure «hreflang». Confirme que aparecem todas as versões, incluindo a própria página.
  2. Repita em cada versão. A lista tem de ser idêntica na página portuguesa, na inglesa e nas restantes.
  3. Abra cada URL da lista. Nenhum deve redirecionar nem dar erro, e todos devem ser a versão canónica.
  4. Reveja os códigos com a tabela acima: idioma primeiro, país depois, nada de PT isolado, br para o Brasil ou pt-419.
  5. Confirme que existe x-default, a falha mais frequente no estudo da Ahrefs.

Em sites grandes, um crawler de SEO faz este trabalho em minutos. Se preferir que sejamos nós a revê-lo, juntamente com o resto da parte técnica, é um dos pontos da nossa auditoria SEO.

O seu site vai chegar a mais idiomas ou mercados?

Criamos sites multilingues com os URL, o hreflang e os sitemaps certos desde o início, para que cada mercado veja a sua versão.

Conheça a auditoria SEO

Perguntas frequentes

O que é hreflang?

Hreflang é uma anotação no código de uma página, nos cabeçalhos HTTP ou no sitemap que indica à Google que a página existe noutras versões de idioma ou de país, e qual corresponde a cada público. Ajuda a Google a mostrar a versão certa, mas não serve para a Google detetar o idioma.

Que código hreflang devo usar para o português?

Use pt para conteúdo em português, seja qual for o país. Se tem versões diferentes por país, combine o idioma com o código do país: pt-PT para Portugal, pt-BR para o Brasil ou pt-AO para Angola. PT sozinho, sem idioma, não é válido.

Preciso de separar pt-PT e pt-BR?

Só se as versões forem realmente diferentes, por exemplo em preços, moeda, portes, meios de pagamento, condições legais ou vocabulário. Se tem um único site em português para Portugal, o código pt costuma bastar.

O que é o x-default no hreflang?

O x-default indica que página é mostrada quando o idioma ou a região do utilizador não correspondem a nenhuma das versões. Costuma apontar para a versão principal ou para uma página de seleção de idioma.

Preciso de hreflang se o meu site está só em português?

Não, se tem uma única versão num único idioma. O hreflang só é necessário quando o mesmo conteúdo existe em vários idiomas ou em versões para países diferentes.

Qual é o erro mais comum com o hreflang?

Segundo um estudo da Ahrefs a quase 375.000 domínios, 67 % tinham pelo menos um erro. O mais frequente era a falta do x-default, seguido de páginas que não se referem a si próprias e de ligações para páginas com erro ou redirecionadas.

Como se organiza um site multilingue?

A Google descreve quatro estruturas: domínios de país, subdomínios, subdiretórios e parâmetros de URL. Para a maioria das PME, os subdiretórios, como exemplo.pt/en/, são os mais fáceis de manter. A Google não recomenda os parâmetros de URL.

Fontes

  1. Informar o Google sobre versões localizadas da sua página, Google Search Central
  2. Gerenciar sites multilíngues e multirregionais, Google Search Central
  3. Hreflang study, Ahrefs
  4. Codes for the Representation of Names of Languages (ISO 639-2 / 639-1), Library of Congress
  5. Search Engine Market Share Portugal, StatCounter
AnteriorO que é SEO? A otimização para o Google explicada de forma simples
SeguinteCore Web Vitals: guia de LCP, INP e CLS e como melhorá-los

Artigos relacionados

  • Ler o blog

    O que é SEO e como funciona: rastreio, indexação e posicionamento

    11 de outubro de 20269 min de leitura
    Ler mais
  • Ler o blog

    Google Search Console: tutorial para a indexação no Google

    11 de outubro de 202610 min de leitura
    Ler mais
  • Ler o blog

    O que é um CMS? Sistemas de gestão de conteúdos e como escolher

    11 de outubro de 20268 min de leitura
    Ler mais
Vamos começarVamos começar

Pronto para crescer?

Vamos falar sobre o seu projeto.

Mais de 110 empresas confiam em nós para crescer online.

  • Mercer Consulting, Co.
  • Mercer Consulting, Co.